Uma viagem pelo Algarve da diferença onde à beira-mar ainda há espaços largos de paisagem preservada e no interior habitam as artes e ofícios tradicionais. Um périplo que se inicia em Castro Marim, sede de concelho, com algumas incursões pelo
património. A Fortaleza do século, XVII, o Castelo do século XIII, mesmo ali ao lado e os projectos de recuperação. Antes do Sapal, uma volta pelo monte a que se chama Revelim de Santo António, com uma conversa que

inclui o moinho (não fosse Algarve), a Ermida e o Centro Interpretativo, uma valência de apoio ao turista com inauguração para breve.
Depois, com vistas sobre o Guadiana (Espanha bem próximo), um encontro com o natural. No
Sapal de Castro Marim, tempo para perceber como se conjuga o verbo preservar na primeira pessoa do plural. Um nós que junta o homem e a natureza. Um potencial turístico para o concelho que inclui, por exemplo, a observação de aves ou a temática da
ciclo do sal. Antes de partirmos para o interior do concelho, ainda tempo para, capturar em objectiva um voo rosa, um
bando de flamingos adejando sobre o Sapal.

Odeleite, Furnazinhas, Junqueira, a rota pelo interior do concelho de Castro Marim, fez-se de artes e ofícios tradicionais. O
ciclo do linho, a paciência do
cardador, a “dança” dos
bilros, a força do
ferreiro; o entrançar da cana na
cestaria, histórias que mais do que recordar se mantém como matéria viva deste outro Algarve.

Um
Passeio de Jornalistas onde também se falou de
projectos de larga escala e de como podem estes
coexistir com o Algarve de feição tradicional e humana.
Em actualização permanente.